De S. a 17 de Novembro de 2008 às 21:41
Essa tarefa além de ser impossível, leva-nos a um caminho doloroso.
Se ao menos percebêssemos o bom que as diferenças podem ser... Aprende-se tanto, partilha-se tanto... É bom ter coisas comuns para partilhar, mas são pequenos detalhes que marcam a diferença. As vezes são pequenas particularidades, diferenças, que tornam o outro tão especial.
"Uma espécie de clone de nós próprios"... Seria tão monótono... Acho eu...
Hummm... de psiquiatria nada percebo... nunca fui muito com a psicologia e com a psiquiatria... há coisas interessantes, mas assustam-me... tenho medo da "loucura"... De ter de aturar psicologia ou psiquiatria a mais... Raio de medo este! :-O
Beijinhos


De O Gato a 18 de Novembro de 2008 às 09:23
Sim concordo contigo é um caminho que só dá chatices, mas há muita gente que tenta sempre e depois de vários anos casados mundificamos sempre um pouco. Aí está quando se diz que os opostos se atraem, deve ser por alguma razão. Não diria um clone mas talvez um suplemento, aquilo que nos falta vamos buscar à outra pessoa, nem que seja nas atitudes, bom senso, forma de pensar as coisas de outro ângulo. Medo?? A loucura é saudável e tu própria sabes isso, (Não te estou a chamar maluca), mas como estava a dizer a loucura faz parte, pensa nos grandes pintores se não tivessem um pouco de loucura nunca teriam pintado grande obras, os grandes artistas têm todos um pouco de loucos se não os quadros e os livros não existiriam, pintores, escritores, artistas plásticos, escultores, até o Freud para fazer os estudos que fez sobre o ser humano, tinha um pouco de louco.

Vá beijinhos


De S. a 18 de Novembro de 2008 às 12:44
A parte do clone foi apenas o que tinha lido no texto... Acho que seria insuportável ter alguém bastante semelhante a nós.
Sim, sei... E é verdade e loucura "produz" coisas fantásticas.... Humm... Lembro-me sempre do meu pintor favorito, Van Gogh... e de outros artistas... Camille Claudel, Virginia Woolf, António Soares dos Reis... Assusta-me, porque geralmente têm um fim trágico, ou vão para hospícios ou suicidam-se... Nem todos, é certo, mas que passam mal, passam. Torna-se é difícil perceber se é o sofrimento que leva à loucura ou a loucura ao sofrimento, mas talvez esteja tudo relacionado e ambas as coisas aconteçam, até simultaneamente. Hoje custa-me falar neste assunto, nem sei bem porquê.
(Nem sei se consegui enviar o comentário do post anterior... a net ficou parva e bloqueou)
Beijinhos


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